11 de out. de 2012

Atualização para o Battlefield 3 - Gunship e Mini-Mapa

Uma nova atualização para o Battlefield 3 acontecerá hoje (11/10), trazendo várias mudanças, dentre elas algumas para o AC-130, da expansão Armored Kill e também uma ótima modificação para quem gosta de jogar em servidores Hardcore, agora a opção de tirar o Mini-mapa estará disponível, deixando o jogo mais realista para quem gosta desse estilo. 

A manutenção dos servidores começará Quinta-Feira, dia 11, as 05:30 Horário de Brasília, durará em média meia hora e poderá demorar de 6 até 24 horas até todos os servidores modificarem as configurações. Durante a manobra você não poderá jogar Battlefield 3. 

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Lista de Mudanças: 

Gunship ajustado no Modo Rush 
O AC-130, da expansão Armored Kill recebeu algumas mudanças desde a última atualização, agora a DICE analisou o feedback dos jogadores. O veículo só aparecerá após o time que está atacando destruír uma M-COM, no modo Rush. Se o Gunship for destruído ele só aparecerá no ar novamente quando o time destruír outra M-COM. 

Gunship no Modo Conquest 
A aeronave terá um atraso de 60 segundos para spawnar não importando se a configuração do servidor for Fast Respawn. Ele estava nascendo rápido demais em servidores com configurações customizadas, fazendo o jogo ficar desigual para os jogadores do time rival. 


Remover o Mini-Mapa em servidores Hardcore 
Agora não haverá mais Mini-Mapa em servidores Hardcore. Desde o lançamento do jogo as pessoas haviam pedido para DICE para removê-lo, pois agora ela ouviu, você agora pode desabilitá-lo em suas configurações do servidor. 

Erro da Faca 
Ajustado o erro quando o jogador tentava executar o ataque com a faca ao mesmo tempo que outra pessoa no servidor e a animação não aparecia e o inimigo não tomava dano. 


Bug da Morte 
Consertado o erro que havia quando você matava algum jogador com uma mina ou acessório similar e contava como morte em veículo. Por exemplo, quando você disparava o Javelin e entrava em algum carro antes do míssil atingir o alvo. 

Escada e entrar no veículo 
Consertado quando o jogador poderia entrar em algum veículo enquanto estava subindo uma escada. 

Bug do Radio Beacon 
Consertado quando você colocava o Radio Beacon em certos lugares do mapa e ocorria um bug onde você nascia em áreas proibidas.

Fable The Journey é lançado com recursos interessantes para o Kinect



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Lançado recentemente, mais precisamente no dia 09 de outubro de 2012, Fable "The journey" é mais um exclusivo para Xbox 360 totalmente integrado com o Kinect, sendo marcado principalmente por adotar a perspectiva em primeira pessoa.

 

A história tem seu foco após cinquenta anos dos acontecimentos de "Fable 3?, onde o reino de Albion está em perigo novamente. Em "The Journey", você assume o controle do jovem herói Gabriel, que precisará atravessar um mundo fantástico, lidando com ameaças que vão de bandidos de beira de estrada até esqueletos e gigantes. 

O avanço durante o jogo ocorrerá de forma pré-definida e Durante a jornada, é possível usar as mãos (para controlar o cavalo de Gabriel) e até mesmo o tronco, inclinando-o para um lado ou para outro para recorrer às coberturas que estiverem disponíveis. 

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As mãos, aliás, têm outra função no game, bastando um movimento de arremesso para utilizar uma técnica de ataque. Já para se defender basta manter o braço esquerdo na frente do rosto e um escudo mágico é criado. 

"Fable: The Journey" também permite o uso de comandos de voz. Uma bola de fogo, por exemplo, é conjurada fazendo movimentos movimentos circulares com a mão, mas dizer "Fireball" também funciona ? o que é muito mais prático no calor da batalha. 

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Talvez o maior avanço de "The Journey" no uso do Kinect está no fato de que não é preciso se levantar do sofá para jogar. A Lionhead desenvolveu um sistema de reconhecimento capaz de identificar os movimentos do jogador, independente da posição em que está. 

Resident Evil 6 tem equilíbrio entre terror e ação, diz produtor

G1 entrevistou Yoshiaki Hirabayashi, que fala sobre o novo jogo da série. 
Título foca mais na ação, o que não agradou os fãs da franquia da Capcom. 

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Quando foi lançado e 1996 para o PlayStation, "Resident Evil" foi um sucesso instantâneo ao trazer uma alta dose de terror e de suspense para os videogames. Quase 16 anos depois, para se adaptar aos novos tempos, a franquia evoluiu, focando mais na ação e nas cenas de cinema, mas sem esquecer dos inimigos bizarros e horríveis característicos. 

A mudança de foco em uma das principais franquias da Capcom, que também tem no currículos as séries "Street Fighter", "Mega Man", "Devil May Cry", "Marvel vs. Capcom", para citar algumas, provocou divisão entre os fãs. Alguns querem que "Resident Evil" volte a ser um game de terror, enquanto outros aceitam o estilo atual, que envolve mais tiros e explosões. 

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Em entrevista ao G1, o produtor de Resident Evil 6, Yoshiaki Hirabayashi, discorda que a série tenha mudado tanto no novo game, lançado no Brasil no início de outubro. "Não mudando a direção. Em vez disso, incluímos mais ação com a intenção de trazer combates mais variados contra inimigos em que os jogadores poderão ter experiências de terror". 

Segundo ele, que tem no currículo outros jogos da série "Resident Evil", além de "Dino Crisis 3" e "Viewtiful Joe", o objetivo em "Resident Evil 6" foi criar a última experiência de horros nos videogames, "agradando tanto os fãs da série quanto quem nunca jogou os títulos anteriores". 

Para acalmar os fãs mais radicais, Hirabayashi diz: "O jogo apresenta um equilíbrio entre os momentos de ação e terror para que os jogadores não se cansem de ter apenas terror do início ao fim. Alternar estes momentos de horror permite que os jogadores se assustem mais quando a cena de horror acontece. 

Claro que eu ficaria feliz caso os jogadores que gostam de games de ação queiram jogar 'Resident Evil 6' por conta das cenas com mais ação do jogo e que talvez tenham evitado os games anteriores da série porque não se sentiam atraídos pelo conteúdo de terror da franquia". 

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História para todos entenderem. 

Em "Resident Evil 6", os jogadores podem participar de três histórias distintas mostrando pontos de vista diferentes sobre um novo vírus, chamado de C-virus, que assola a humanidade transformando-a em monstros horríveis. Em vez de serem zumbis com vontade de comer cérebros, agora essas aberrações, que receberam o nome de J'avo, são mais inteligentes e usam armas e táticas para eliminar o jogador. 

Os jogadores podem escolher jogar com Leon Kennedy, que apareceu pela primeira vez em "Resident Evil 2", Chris Redfield, que estreou no primeiro jogo da série, e Jake Muller, que faz sua primeira aparição em "Resident Evil 6". 
"Introduzimos novos personagens que acreditamos que os novos jogadores se identificarão facilmente, além de apresentarmos um novo ponto de entrada para quem começou a jogar a série agora", diz Hirabayashi. "Também criamos uma história acessível para estes novos jogadores, embora, claro, há também muita coisa lá que terá valor adicional para os fãs da série que estão familiarizados com a história". 

O novo "Resident Evil" também reforça a cooperatividade entre dois jogadores nas missões. Tanto localmente quanto pela internet, os dois devem se ajudar a enfrentar inimigos e resolver alguns dos mistérios. "Acredito que o modo cooperativo é muito divertido, mas sei que muitos fãs preferem jogar sozinhos. Mantivemos o sistema cooperativo introduzido nos jogos anteriores e o melhoramos para criar uma melhor experiência no modo para um jogador por meio de uma melhor inteligência artificial do parceiro. Este ajuste foi a parte mais difícil do trabalho no game", diz o produtor.

Explorando a cidade - novo GamePlay de The War Z

Novo vídeio mostra um pouco mais do mapa colorado, que será o primeiro mapa do jogo que será lançado em fase alpha dia 15 de outubro e entra em beta dia 31 de outubro. 

 

A previsão da versão final do ficou, ficou para final de novembro. 

A pré-venda ja começou com tres opções de compra disponíveis, sendo que duas ja dão direito a acesso na fase alpha e beta, e a outra somente da beta em diante. 

Brasil é 4º maior consumidor mundial de games

Depois de enfrentar a pirataria e se profissionalizar nos últimos anos, o setor avança em ritmo acelerado, segundo a consultoria PwC. 

A crise econômica internacional parece ter efeito limitado sobre os produtos de tecnologia. O desempenho do mercado brasileiro de videogames é um exemplo disso. Depois de enfrentar a pirataria e se profissionalizar nos últimos anos, o setor avança em ritmo acelerado. O Brasil já é o quarto maior consumidor de games do mundo. 

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Um estudo da consultoria PwC aponta que esse mercado movimentou no Brasil US$ 420 milhões (aproximadamente R$ 850 milhões) em 2011 - e deve crescer a uma taxa anual composta de 8,8%, alcançando US$ 640 milhões (R$ 1,3 bilhão) em 2016. 

Segundo uma pesquisa Ibope divulgada no início deste mês, de cada 100 brasileiros, 23 são usuários de algum tipo de jogo eletrônico. O cenário promissor chama a atenção de empresas estrangeiras - e aquelas que ainda não estão instaladas no País buscam parcerias nacionais. 

"Em tempos difíceis nos Estados Unidos e na Europa, muitas companhias enxergam na América Latina, e em especial no Brasil, uma alternativa para continuar crescendo", diz Marcelo Tavares, diretor da feira Brasil Game Show que, a partir de amanhã (11) até o dia 14, reúne, em São Paulo, empresários de cerca de 20 países dispostos a fazer negócios aqui. O número de países quase dobrou com relação à última edição, no ano passado, e inclui gigantes como Sony, Microsoft, Nintendo e Warner. 

Com o mercado nacional em expansão, é difícil encontrar uma empresa que não projete crescimento. Para 2012, a NC Games espera um faturamento de R$ 250 milhões no Brasil, quase o dobro do que faturou no ano passado. Para 2013, a meta é atingir uma receita de R$ 380 milhões. 

Fundada há 18 anos em São Paulo, a empresa acompanhou a evolução do setor desde o tempo em que a pirataria e o contrabando deixavam pouco espaço para o varejo e hoje é a maior distribuidora de jogos para console na América Latina, representando boa parte das produtoras internacionais, como Ubisoft, Konami e Sega. 

O fundador e diretor da NC Games, Claudio Macedo, atribui os bons resultados aos recentes investimentos feitos pela companhia em estrutura e logística, aliados à queda gradual do custo dos aparelhos de videogame no País. "Quanto mais consoles são vendidos, mais jogos a gente distribui", resume. 

Sony e Nintendo 

A Microsoft produz o Xbox no Brasil desde setembro de 2011. A empresa não divulga números, mas confirma que o efeito nas vendas foi extremamente positivo. "Todo o benefício foi repassado ao consumidor e isso trouxe competitividade em relação ao comércio informal", afirma o gerente geral de Xbox no Brasil, Guilherme Camargo. Embora as companhias ainda não tenham apresentado planos concretos, a expectativa do mercado é de que Sony e Nintendo sigam o mesmo caminho e lancem uma versão brasileira de seus consoles. 

Os jogos acompanharam o movimento das fabricantes e também ficaram mais acessíveis. "Temos negociado uma redução do preço das licenças cobradas pelos games, para torná-los atrativos ao brasileiro", explica Claudio Macedo, da NC Games. 

Um levantamento do instituto de pesquisa GfK indica que, entre janeiro e agosto de 2012, o preço médio dos jogos para console no varejo brasileiro foi R$ 99,2, quase 30% inferior que no mesmo período do ano passado. Com isso, a venda de jogos subiu 138%, para 3,1 milhões de unidades. 

Parcerias estrangeiras 

De acordo com o Ibope, o equipamento mais utilizado pelos jogadores de videogames no Brasil ainda é o console (67%). No entanto, a presença de plataformas online também é expressiva: 42% dos jogadores usam computadores, 16% jogam em telefones celulares e 1%, em tablets. 

Impulsionado pela difusão da banda larga, a popularização dos aparelhos móveis e o crescimento das redes sociais, o mercado digital brasileiro segue a tendência já consolidada nos Estados Unidos e na Ásia, e amplia o espaço dos games online. 

Sediada em Florianópolis, a Hoplon Infotainment está nesse segmento desde 2005 mas, em 2012, decidiu reestruturar seu modelo de negócios. Diversificou a área de desenvolvimento de conteúdo, criou um núcleo voltado para o público "mobile" e firmou uma parceria com a norte-americana Gamefirst para publicar jogos internacionais no Brasil, traduzidos e com servidor local. 

"Dobramos o faturamento nas primeiras semanas após o início da parceria", conta o gerente de publicação da Hoplon, Guilherme Loureiro. A iniciativa deu tão certo que eles já buscam outros parceiros, principalmente na Ásia. 

Benefício em cadeia 

A trajetória ascendente do setor beneficia uma cadeia que vai além da produção e distribuição dos jogos. É o caso da empresa OneBip, do grupo italiano NEOMobile, que oferece serviços para pagamento de jogos, filmes e músicas via celular. Embora a plataforma seja usada para a comercialização de conteúdos diversos, o segmento de games representa boa parte das operações. 

"Trabalhamos com mais de 500 parceiros no mundo, proporcionando pagamentos móveis em 70 países através de mais de 250 operadoras de celular", afirma o diretor do escritório da OneBip em São Paulo, o italiano Massimiliano Silenzi. "O Brasil é um mercado muito importante para nós e vemos um potencial de expansão enorme", diz. 

Apesar de comemorar os bons resultados, os empresários do setor afirmam que o desempenho poderia ser ainda melhor não fosse um inimigo antigo e desafiador: o custo-Brasil. "O mercado só não explodiu ainda por causa da alta carga tributária", diz Moacyr Alves, presidente da Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games.

10 de out. de 2012

Novo Tomb Raider ganha mais incentivos de Pré-encomenda e edições de colecionador para Europa



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Para aqueles que fizerem a pré-encomenda na loja Best Buy vai receber um revista em quadrinhos de capa dura com 48 páginas, sobre como a jornada começou., escrito por Rhianna Pratchett. Você também terá a Outfit(Roupa) "Aviatrix Skin", roupa de um Aviadora reminiscente da década de 1930.

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Através da GameStop você obterá uma novo nível para que Lara Croft encontre novos quebra-cabeças e habilidades.

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Já os incentivos através da Amazon foram anunciados na semana passada, que são:

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Versão do diretor do The Final Hours + Outfit exclusivo + Livro The Art of Tomb Raider 

E foram revelados as edições especiais que são:

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Survival Edition:
Que conterá com uma copia do jogo, um mini livro de arte criado pelo Diretor de arte de Tomb Raider, Brian Horton, um mapa dupla face detalhando a ilha misteriosa do jogo, um código digital para a trilha sonora de Tomb Raider, um código para o pacote de armas e uma bolsa de sobrevivência impermeável. 

Collector's Edition:
Esta edição de Colecionador contém todos os itens da edição de Sobrevivência, além de uma estatueta exclusiva de Lara Croft da Play Arts Kai, em uma caixa de metal.

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Tomb Raider chega em março de 2013 para PC, PS3 e Xbox 360.